Como acompanhar o desenvolvimento da criança no ventre materno

Como acompanhar o desenvolvimento da criança no ventre materno

Por: - Cirurgia Pediátrica - /SC 17015 | RQE 11522
Publicado em 15/06/2018 - Atualizado 07/02/2019

Uma criança é um futuro adulto em plena transformação. Por isso, é fundamental estar atento ao seu desenvolvimento, acompanhando todas as suas etapas e direcionamentos, desde o período gestacional. Essa primeira infância delineia o início das experiências e aprendizados, que irá influenciar no desenvolvimento físico, emocional, cognitivo e social da criança.

Já muito cedo, os bebês começam seu desabrochar no mundo, desde os períodos pré-natal, perinatal e pós-natal. Graças à medicina, é possível acompanhar todo o desenvolvimento da formação do bebê por meio  da ultrassonografia, em especial a morfológica. Assim, é possível estar apto para agir com antecedência, caso alguma intercorrência apareça.

Acompanhando o desenvolvimento da criança por meio da ultrassonografia

Graças à medicina, é possível acompanhar todo o desenvolvimento da formação do bebê por intermédio da ultrassonografia.

Normalmente, o exame de imagem é realizado entre a 11° e 14° semana e também na 20° e 24° semana de gravidez, período em que se faz o estudo morfológico. Nesse momento, é possível verificar se o feto está inteiro dentro do útero e como progrediu o seu desenvolvimento.

A grande valia desse exame é mostrar, com imensa qualidade da imagem e intensidade de detalhes, os órgãos internos do bebê, assim como os ossos da coluna vertebral,  fêmur e úmero.

Isso é feito pela emissão de ondas de som que batem na parede do corpo e voltam em forma de imagens de excelente qualidade.

A eficácia, nesse caso, supera o ultrassom convencional, pois o ultrassom morfológico é capaz de analisar mais a fundo o desenvolvimento da criança. Além disso, também proporciona cenas inesquecíveis para os pais que o acompanham.

A partir da 12° semana, é o momento ideal iniciar as identificações de possíveis síndromes, malformações e a maturidade da placenta. A Síndrome de Down, por exemplo, pode ser detectada pela alteração na medida da prega nucal. Caso algum problema seja observado durante o exame, outros exames específicos poderão ser solicitados.

O que a ultrassonografia  demonstra é:

  • a imagem nítida do rosto do bebê, assim como traços mais específicos, por meio da imagem 3D e 4D;
  • o peso e tamanho estimados para o parto;
  • as medidas, estrutura e formato da cabeça do bebê;
  • a existência de lábio leporino;
  • o alinhamento dos ossos, se estão bem posicionados e se a pele cobre toda a extensão delimitada até a área do bumbum;
  • as válvulas do coração, verificando se abrem e fecham, além das batidas cardíacas;
  • os rins, identificando se a urina faz o seu percurso corretamente;
  • a posição da placenta, cordão umbilical e vasos sanguíneos;
  • a quantidade de líquido amniótico;
  • as artérias uterinas e o risco de pressão alta.

 

Mais ao fim da gravidez, é possível continuar a verificar se o bebê está se desenvolvendo com saúde, por meio da repetição da ultrassonografia. A medida em que o bebê cresce, o procedimento é capaz de avaliar melhor outras estruturas do organismo, como a calota craniana, cérebro, tórax, estômago e genitália. Pode ser que o médico identifique probabilidades altas de anomalias congênitas e solicite exames detalhados das estruturas anatômicas do feto.

 

Caso alguma irregularidade seja apresentada no exame, é importante que haja bastante cuidado em relação ao estado psicológico da mãe, principalmente. Nesse momento, é necessário que ela se sinta acolhida e encorajada para enfrentar as intercorrências. Por isso, é fundamental que os pais estejam unidos e tirem todas as dúvidas com o médico que estará fazendo o pré-natal e/ou com o médico que tenham sido encaminhados. A procura por ajuda psicológica também será muito importante para compreender os enfrentamentos da maternidade e paternidade.

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Cirurgia Pediátrica - /SC 17015 | RQE 11522
Publicado em 15/06/2018 - Atualizado 07/02/2019

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